Um projeto de Deus
Células
Comunidade de comunidades, essa é nossa paróquia
Células
Aprovado pelo Pontifício Conselho para os Leigos desde 2009, o movimento está espalhado pelo mundo e, na Paróquia Santa Rita, conta com mais de 110 núcleos.
Até pouco tempo atrás, acreditava-se, erroneamente, que o termo “célula” era atribuído estritamente ao meio protestante. Mas é fato que esta realidade mudou significativamente à medida que foi ganhando visibilidade e proporção na evangelização católica. Cada célula de evangelização é uma pequena comunidade viva dentro da Igreja, com a capacidade de crescer e se multiplicar, formando um corpo mais saudável e disposto à vontade de Deus para este tempo.
Evangelização dinâmica e eficaz
O movimento de evangelização por células paroquiais tem crescido, consolidando-se como modelo pastoral dinâmico e eficaz de formação e edificação de pequenas comunidades de fé. Possui raízes eclesiais sólidas e um desenvolvimento legitimado pela Igreja. O Papa Francisco esteve mais de uma vez reunido com milhares de integrantes do movimento, ao menos em 2015 e 2019, além de outras ocasiões.
O reconhecimento oficial das Células Paroquiais de Evangelização ocorreu mais cedo, em 29 de maio de 2009, quando a Igreja concedeu a aprovação definitiva ao método desenvolvido pelo Padre Piergiorgio Perini – o “Pe. Pigi”, da paróquia de Sant’Eustorgio, em Milão, na Itália. O sacerdote definiu a Exortação Apostólica Evangelli Nuntiandi como sua grande inspiração para a nova evangelização.
Em Ponta Grossa, o movimento está vinculado, sobretudo à Paróquia Santa Rita de Cássia, local onde se consolidou há quase 20 anos, hoje com cerca de 2000 integrantes distribuídos em 110 células, de diferentes perfis. Existem grupos para casais, mistas, para homens, mulheres e jovens. Os participantes de células também desenvolvem atividades pastorais em outros movimentos e associações presentes na comunidade.
Centrados em Cristo
Um renovado ardor missionário
Dom Evandro Luis Braun, antigo pároco, argumenta que a proposta celular conversa diretamente com a proposta da Igreja para o fomento de uma nova paróquia, mais centrada em Cristo, com novos métodos e renovado ardor missionário.
”Fico feliz por constatar, como membro da comunidade, que a vivência de tanta gente sendo transformada nas células de evangelização responde ao apelo que a Igreja tem feito, como no documento 100 da CNBB, por exemplo, de que ninguém seja anônimo na comunidade, mas membro de um pequeno núcleo comunitário que compõe a grande comunidade paroquial como a conhecemos. Nisto consiste parte da beleza de ser Igreja e também é uma ótima ferramenta para a renovação de uma comunidade inteira.
Dom Evandro Luis BraunBisbo de Campo Mourão, antigo pároco da paróquia
As células católicas são formadas por um grupo limitado de pessoas – pequena comunidade – que se reúne semanalmente nas casas de seus participantes, de modo que todos possam se conhecer mais profundamente e, com afinidade, partilhar a Palavra que transforma e a vida que se vive. Formar discípulos e atrair os afastados.